Visivelmente contrariado, ele discordou da reportagem ao ser questionado sobre se estava contente por sair aplaudido de campo.
- Acho que não, hein (saiu aplaudido). Mas eu transformei em aplausos, faz parte. Antes da Copa das Confederações foi a mesma coisa e deu tudo certo. Com certeza dá mais motivação (ser vaiado). Nós brasileiros temos preconceito com jogadores que atuaram em outros times. A rivalidade pesa. Mas estou vestindo a camisa da Seleção, assim como todos meus companheiros. Hoje, mais do que nunca, precisamos da torcida. Eles precisam começar a entender que aqui não é Santos, Corinthians, ou São Paulo, nem outra equipe. Aqui é seleção brasileira - afirmou.
Com atuação regular, Neymar chamou o jogo a todo momento e até aplicou dribles que levantaram os torcedores, mas não conseguiu ser unanimidade como na goleada por 4 a 0 sobre o Panamá, em Goiânia.

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